Nesta semana (a primeira de outubro de 2022) entraram seis novas pessoas na equipe técnica da TI Safe. Seguindo o processo de contratação, essas pessoas serão capacitadas de forma intensiva pelos próximos três meses. Elas só poderam atuar em clientes após a habilitação, um processo formal que ocorre ao final desse período - e é constantemente atualizado para que a pessoa possa se habilitar em para o desempenho de novas funções.
Chamamos esse processo de onboarding. Isso nos permite auxiliar as pessoas a trabalhar com algo tão específico como a segurança cibernética de sistemas industriais, em ambientes tão críticos como empresas de energia, siderurgia e outras áreas.
Apesar da minha agenda estar sempre cheia, faço questão de participar ativamente do onboarding. Com isso, posso incluir melhor os entrantes no time, fazer uma transferência de conteúdo direta e consigo avaliar melhor os interesses e aptidões de cada novo "TI Safer".
Durante o processo, além de todo o massacre técnico (atualmente, nossa Universidade Corporativa conta com quase 600 horas de conteúdo, distribuídas no desenvolvimento de 30 competências-chave), aproveitamos o momento para falar sobre a cultura da TI Safe, carreira e outros assuntos não técnicos.
No aspecto da carreira, sempre gosto de falar sobre os caminhos que levamos a vida. Todos os que ali estão têm um histórico profissional, uma formação acadêmica e uma história particular que os levou até o mesmo ponto, o onboarding da TI Safe. Poderiam estar juntos em qualquer outro lugar mas, nesse momento, estão ali.

A partir do entendimento de que estamos todos no mesmo ponto, é importante frisar que, embora os nossos caminhos possam se separar novamente, estaremos em um mesmo movimento enquanto estivermos juntos. E, posso dizer, a jornada tem sido incrível.